Você me via e sorria, e então este mundo era o mais incrível para se viver. Para você!
Pode ficar com o sorriso, as coisas bonitas que me diz, a boa vontade e toda aquela baboseira de sonhos e planos, para ti, ou pra quem quiser acreditar no que você diz, ou mesmo na Carochinha. Eu passei a desacreditar em vocês dois a partir do momento em que te olhei do outro lado da rua me enganando, enquanto dizia que estava em casa assistindo novela enquanto jantava no sofá da sala; e na Carochinha eu não acredito porque minha mãe sempre mudava o final. Aliás, pra ser sincero comigo mesmo, porque não há mais ninguém com quem eu possa ser, eu acho que nunca acreditei em você! Quem ouve num delicioso tom alguém falando do amor, poderia até pensar que ele estaria por ali, mas não eu, que estou cansado de ver o amor em todas as histórias, inclusive nas da Carochinha que minha mãe mudava o final.
Não gosto de nada que me lembre você, ou seja, eu não gosto dos domingos (e mesmo que não fosse por você, a televisão já me faz ter motivos suficientes para não gostar), não gosto de noites quentes, não gosto de dias felizes, não gosto de casais, enfim, não gosto de nada que tenha aquele ar romântico que você só enxerga quando está acreditando que ama alguém. Aliás, quantos alguéns eu já amei? Já perdi as contas. Mas com você foi diferente. Eu sabia que podia te ligar às 4h da manhã para falar que estava passando o meu seriado predileto na televisão, sem que você se importasse de estar acordando dali uma hora. Eu podia me atrasar nos encontros, que você fingiria que estaria tudo bem, e não se importaria, mesmo com as lascas das suas unhas grudadas na sua roupa (você e sua maldita ansiedade). Nas histórias infantis que eu ouvia também era assim, só que as princesas sempre viam o que era diferente e por isso se apaixonavam, mas nunca viam que todos os príncipes eram iguais: doces, amorosos, egocêntricos e chatos (nesta concepção, você é um príncipe).
Não me importarei mais com o fato de não estarmos juntos. Sei que daqui cinco minutos conhecerei alguém na fila do banco, com quem casarei e terei 3 filhos, e um cachorro, que quando morrer enterraremos no quintal, e no final de nossas vidas nossos filhos nos colocaram em um asilo e morreremos por lá. Neste momento, eu gostaria muitas coisas, mas pra ser sincero, gostaria de encontrar com você no banco.
Pode ficar com o sorriso, as coisas bonitas que me diz, a boa vontade e toda aquela baboseira de sonhos e planos, para ti, ou pra quem quiser acreditar no que você diz, ou mesmo na Carochinha. Eu passei a desacreditar em vocês dois a partir do momento em que te olhei do outro lado da rua me enganando, enquanto dizia que estava em casa assistindo novela enquanto jantava no sofá da sala; e na Carochinha eu não acredito porque minha mãe sempre mudava o final. Aliás, pra ser sincero comigo mesmo, porque não há mais ninguém com quem eu possa ser, eu acho que nunca acreditei em você! Quem ouve num delicioso tom alguém falando do amor, poderia até pensar que ele estaria por ali, mas não eu, que estou cansado de ver o amor em todas as histórias, inclusive nas da Carochinha que minha mãe mudava o final.
Não gosto de nada que me lembre você, ou seja, eu não gosto dos domingos (e mesmo que não fosse por você, a televisão já me faz ter motivos suficientes para não gostar), não gosto de noites quentes, não gosto de dias felizes, não gosto de casais, enfim, não gosto de nada que tenha aquele ar romântico que você só enxerga quando está acreditando que ama alguém. Aliás, quantos alguéns eu já amei? Já perdi as contas. Mas com você foi diferente. Eu sabia que podia te ligar às 4h da manhã para falar que estava passando o meu seriado predileto na televisão, sem que você se importasse de estar acordando dali uma hora. Eu podia me atrasar nos encontros, que você fingiria que estaria tudo bem, e não se importaria, mesmo com as lascas das suas unhas grudadas na sua roupa (você e sua maldita ansiedade). Nas histórias infantis que eu ouvia também era assim, só que as princesas sempre viam o que era diferente e por isso se apaixonavam, mas nunca viam que todos os príncipes eram iguais: doces, amorosos, egocêntricos e chatos (nesta concepção, você é um príncipe).
Não me importarei mais com o fato de não estarmos juntos. Sei que daqui cinco minutos conhecerei alguém na fila do banco, com quem casarei e terei 3 filhos, e um cachorro, que quando morrer enterraremos no quintal, e no final de nossas vidas nossos filhos nos colocaram em um asilo e morreremos por lá. Neste momento, eu gostaria muitas coisas, mas pra ser sincero, gostaria de encontrar com você no banco.

1 comentários:
Achei de uma poesia esse final, que tenho nem o que comentar. Você é fera Bruno.
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